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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Orgasmo: Cientistas revelam o segredo de como chegar lá


É comum acreditar que a ‘capacidade’ de chegar ao orgasmo depende da experiência e do estado mental de cada um. Algo que é muitas vezes usado para explicar porque é que geralmente os homens têm mais facilidade em chegar ao clímax do que as mulheres. Mas agora um estudo vem contrariar a crença comum, dizendo que é tudo uma questão de anatomia.
E mais, o estudo desenvolvido pela Mayo Clinic em parceria com a Escola de Medicina da Universidade Indiana sugere que para a mulher o orgasmo depende da estimulação física, enquanto nos homens a chave está no cérebro.
O estudo publicado no Clinical Anatomy destaca ainda que no caso da mulher, quanto mais próximo o clitóris estiver das paredes vaginais, maior a probabilidade de chegar ao clímax – conclusão que pode explicar porque é que muitas mulheres dizem, independentemente dos esforços dos seus parceiros, nunca terem tido um orgasmo.
Algumas posições sexuais que permitam uma maior estimulação do clitóris e das paredes vaginais podem facilitar o orgasmo feminino.
Já nos homens, os cientistas destacam que é uma questão dependente do sistema nervoso – ou seja da forma como a informação sensorial é recebida pelo cérebro e como essa informação ‘tratada’ depois chega ao pênis. 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

AOS 32 ANOS VOCÊ ATINGE O ÁPICE DA SUA VIDA SEXUAL


Uma pesquisa realizada na Inglaterra com cerca dois mil britânicos concluiu que a idade ápice da vida sexual é aos 32 anos. A pesquisa também revelou que o auge da saúde acontece aos 30, da segurança financeira, aos 47, e da felicidade, aos 39.
De acordo com o levantamento, após anos de muito trabalho e diversão, as pessoas começam a cuidar da saúde aos 30 anos. Aos 39, as chances de já ter casa própria, ter encontrado sua cara-metade e estar satisfeito com a carreira escolhida são maiores.
O estudo  revelou também que somos mais propensos a curtir a vida aos 24. A média das mulheres disse ter aproveitado o máximo da juventude, solteirice e liberdade aos 23, enquanto para os homens essa idade é aos 25. A psicóloga Donna Dawson, ouvida pelo “DailyMail” comentou os dados: “é interessante que os pontos altos da vida ocorram na casa dos 30. Nos 20, saímos da faculdade e começamos a trabalhar, tentamos alguns relacionamentos, cometemos alguns erros e aprendemos com eles e tentamos descobrir o que realmente queremos da vida”, aponta.”Já nos 30, estamos no nosso auge físico, ainda avançando na carreira e temos mais certeza do que queremos. Em troca, ficamos mais confiantes e em geral mais contentes”.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Faz mal a saúde ficar muito tempo sem sexo?

ficar sem fazer sexo


Sim,
 ficar sem fazer sexo por um período muito longo pode trazer alguns distúrbios. A coisa se torna pior para quem está acostumado a uma vida sexual mais ativa. Estes poderão sentir com maior intensidade os incômodos e as inquietações dos espermas querendo sair a qualquer custo.

O que pode acontecer se eu ficar sem fazer sexo

O lado positivo é que ficar sem fazer sexo e muitos dias sem transar vão tornar a transa seguinte muito melhor e mais intensa, porém para o homem pode haver uma desvantagem na hora de praticar o ato sexual. É que ele vai gozar muito mas muito rápido caso ele não consigo controlar a ejaculação. Mas continuando, ninguém quer ficar sem fazer sexo, ou seja fazer sexo por muito tempo. Quando acontece de algum homem ou mulher ficar sem fazer sexo durante um tempo longo é sinal de que algo não está bem.
Seja o relacionamento em baixa, talvez um problema de saúde e até de religião, porém a vontade está lá entranhada em sua caixa de desejos. O homem ao ficar sem fazer sexo e caso isto dure muito tempo chegando a anos e mais anos, tende a ter acúmulo de zinco em excesso nos órgãos o que poderá mais rapidamente ocasionar doenças na próstata. Quando um homem vem a ficar sem fazer sexo por muito tempo, observe que ele é meio que desligado das coisas e parece estar sempre distante tendo dificuldade de deixar claro que entendeu alguma coisa, ele até entende,mas passa a ter um raciocínio e reação um pouco lenta.
No caso da mulher as reações são diferentes. Normalmente a mulher que passa por o problema de ficar sem fazer sexo, elas ficam mais estressadas e zangadas com os nervos a flor da pele. Um detalhe importante é que ambos precisam gozar para ter liberados os hormônios e isto possa trazer um pouco mais de tranquilidade e se sintam vivos. No caso de adolescentes, principalmente os virgens, costumam sonhar fazendo sexo e ejacularem durante o sonho. A parte ruim é que muitas vezes acordam na hora do bem bom, e para acabar de lascar, acordam molhados

segunda-feira, 4 de abril de 2016

SAIBA MAIS SOBRE SEXO COMPULSIVO



Sexo Compulsivo: Verdades Sobre a Erotomania, Ninfomania, Hipersexualidade, Desejo Sexual Hiperativo
O desejo sexual pode ser demonstrado por um modelo hipotético, em um continuum onde o desejo, em um extremo, é praticamente nulo, correspondendo ao Transtorno de Aversão Sexual, e no outro, o Desejo Sexual Hiperativo, quando o desejo está em excesso.
 
Desejo Sexual Hiperativo
Desejo Sexual Normal (alto ou baixo)
Desejo Sexual Hipoativo Leve
Desejo Sexual Hipoativo Grave
Aversão Sexual (Fobia Sexual)
A erotomania e a ninfomania são termos que indicam um exagero do desejo sexual por parte de um homem e de uma mulher, respectivamente.
Tais quadros são cientificamente conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e manifestam-se principalmente por desregulação ou falta de controle da motivação sexual.
Como se manifesta o Desejo Sexual Hiperativo?
A pessoa espontaneamente apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de freqüência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. Em geral não apresenta disfunções sexuais (como ejaculação precoce ou impotência), funcionando relativamente bem como um todo. Engaja-se em atividade masturbatória ou no coito, mesmo sob risco de perder os seus relacionamentos amorosos (busca de alta rotatividade de parceiros) ou a própria saúde (Hepatite B e C, HIV). Quando tenta evitar e controlar o impulso para o sexo, a pessoa pode ficar tensa, ansiosa ou depressiva. A pressão para a expressão sexual retorna e a pessoa sente-se escrava de seus próprios desejos. A ansiedade pré-atividade sexual, a intensa gratificação após o orgasmo e a culpa após o ato não são raras.
Pode-se observar níveis diferentes de adição ao sexo, desde masturbação compulsiva e prostituição, a alguns comportamentos parafílicos (perversos) como exibicionismo, voyeurismoou mesmo pedofilia (abuso sexual de crianças) e estupro.
Hoje em dia, com o maior acesso aos meios de comunicação como internet, encontramos uma nova modalidade de hipersexualidade: compulsão sexual virtual (sexo virtual), atingindo mais de 2.000.000 de pessoas que gastam de 15 a 25 horas em frente ao computador navegando em sites de sexo.
O Que Causa?
O Desejo Sexual Hiperativo é uma síndrome que pode se originar de diferentes causas. Por vezes, é visto como um problema de adição e dependência ao sexo, similar às drogadições de cocaína, álcool ou heroína. Pode ser encarado como um problema de comportamento mal adaptado, onde o ato repetitivo de busca de prazer sexual foi aprendido ao longo da vida como tranqüilizante, diminuindo sentimentos de ansiedade, medo e solidão. Também podemos compreender esse distúrbio como uma doença, com alterações anormais no balanço de substâncias neurais (neurotransmissores).
Nas teorias psicanalíticas, a hipersexualidade pode ser entendida como uma fixação nos níveis pré-edípicos do desenvolvimento sexual, na fase anal, mais especificamente, onde as ansiedades são deslocadas para comportamentos compulsivos.
O conjunto de sintomas apresentados pelo DSH pode, na verdade, representar transtornos diferentes, cada qual devendo ser tratado de forma distinta, conforme sua possível causa.
E Tem Tratamento?
Normalmente é o psiquiatra ou o terapeuta sexual que é procurado ou indicado para esse tipo de transtorno.
As linhas de tratamento podem ser empregadas isoladas, mas tem se recorrido muito a tipos de tratamentos combinados, como o uso de medicação concomitantemente à psicoterapia cognitivo comportamental ou focal.
Os grupos de apoio tem demonstrado grande utilidade como terapia adjuvante.
Algumas drogas podem ser utilizadas nos casos em que a compulsão ao sexo é predominante, como os Inibidores da Recaptação da Serotonina.
Para aquelas pessoas que apresentam sintomas de voyeurismo ou exibicionismo, a psicoterapia de orientação analítica é a mais indicada, exigindo maior tempo de tratamento.
Em casos mais graves, onde a compulsão coloca outras pessoas também em risco (como abuso sexual ou estupro), pode-se fazer uso de algumas medicações a base de hormônios (progesterona) que inibam o desejo sexual.
Em alguns casos, a internação do paciente se faz necessária para contenção de riscos.